<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments for A Diáspora Política de um Português</title>
	<atom:link href="http://www.diasporapolitica.net/?feed=comments-rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.diasporapolitica.net</link>
	<description>As ideias, e as formas como estas se passeiam pelos exílios que vão surgindo numa mente inquieta...</description>
	<lastBuildDate>Sat, 29 May 2010 00:13:11 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
	<item>
		<title>Comment on O Tempo, esse grande escultor by Maria Matias</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=173&#038;cpage=1#comment-233</link>
		<dc:creator>Maria Matias</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 May 2010 00:13:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=173#comment-233</guid>
		<description>O mundo é pequeno para quem sonha e grande demais para quem nao sabe amar.
in &quot;&quot; quando amar é para sempre&quot; de Maria Matias</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo é pequeno para quem sonha e grande demais para quem nao sabe amar.<br />
in &#8220;&#8221; quando amar é para sempre&#8221; de Maria Matias</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on O Tempo, esse grande escultor by C</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=173&#038;cpage=1#comment-148</link>
		<dc:creator>C</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 04:56:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=173#comment-148</guid>
		<description>Existem momentos que podem durar apenas alguns instantes, mas que são de tal intensidade que os carregamos dentro de nós por toda a vida. Ficam ali, como uma zona de aconchego, para a qual podemos voltar sempre que precisarmos. Assim é também com lugares que visitamos, com pessoas que conhecemos, com pedaços que perdemos pela vida afora. Talvez esse seja o significado da vida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Existem momentos que podem durar apenas alguns instantes, mas que são de tal intensidade que os carregamos dentro de nós por toda a vida. Ficam ali, como uma zona de aconchego, para a qual podemos voltar sempre que precisarmos. Assim é também com lugares que visitamos, com pessoas que conhecemos, com pedaços que perdemos pela vida afora. Talvez esse seja o significado da vida.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Tempos by C</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=108&#038;cpage=1#comment-144</link>
		<dc:creator>C</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 14:41:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=108#comment-144</guid>
		<description>É certo que o tempo permeia a existência de tudo. Dos seres vivos à matéria inorgânica.  E a passagem do tempo ensina-nos que ele passa. 

Mas o fluxo do tempo pode ser uma ilusão, e também apresentar uma das maiores fantasias humanas: a máquina do tempo. O mistério da maquina não está no tempo em si, mas no instante que de repente eternizamos e ao qual podemos voltar pela tal maquina sempre que quisermos. 

E ainda falando em tempo, ficam aqui as &quot;classicas&quot; palavras de Machado de Assis (1839-1909): “Realmente, os anos nada valem por si mesmos. A questão é escová-los bem, todos os dias, para tirar a poeira da estrada, trazê-los lavados com água de higiene e sabão de filosofia” (publicado em “A semana”, de 30.10.1892)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É certo que o tempo permeia a existência de tudo. Dos seres vivos à matéria inorgânica.  E a passagem do tempo ensina-nos que ele passa. </p>
<p>Mas o fluxo do tempo pode ser uma ilusão, e também apresentar uma das maiores fantasias humanas: a máquina do tempo. O mistério da maquina não está no tempo em si, mas no instante que de repente eternizamos e ao qual podemos voltar pela tal maquina sempre que quisermos. </p>
<p>E ainda falando em tempo, ficam aqui as &#8220;classicas&#8221; palavras de Machado de Assis (1839-1909): “Realmente, os anos nada valem por si mesmos. A questão é escová-los bem, todos os dias, para tirar a poeira da estrada, trazê-los lavados com água de higiene e sabão de filosofia” (publicado em “A semana”, de 30.10.1892)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Vazios by Fundación Proyecto Asís</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=8&#038;cpage=1#comment-86</link>
		<dc:creator>Fundación Proyecto Asís</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 18:54:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=8#comment-86</guid>
		<description>Buen post, las ideas son muy relevantes. http://FundacionAsis.Org</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Buen post, las ideas son muy relevantes. <a href="http://FundacionAsis.Org" rel="nofollow">http://FundacionAsis.Org</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Pilotices by luisa piresl</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=97&#038;cpage=1#comment-72</link>
		<dc:creator>luisa piresl</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 19:21:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=97#comment-72</guid>
		<description>Para se entrar passava-se por uma portinhola  lateral onde nos identificávamos ao porteiro ou em alternativa, e em tempos de alguma perturbação, aos &quot;piolhos verdes&quot; como em segredo eram apelidados os enfileirados na Legião Portuguesa (para quem não se lembra, e serão muitos, era uma organização politica, para-militar do Estado Novo). Todos os operários que por lá labutavam só eram admitidos desde que aceitassem engrossar as suas fileiras e todos os outros, onde me incluia, menina de 18 anos, assinavam uma declaração de obediência as suas ordens em caso de crise. Era assim que, em caso de acidente dentro das instalações - e acidente ali podia significar ir tudo pelos ares - , todos os portões eram fechados e nós convertidos em voluntários à força. Passei por um desses momentos de puro terror. A sirene nesse dia não parou ao fim de alguns minutos, sinal de simulação de acidente, e em breve se viam as chamas lambendo a Torre.
Foi tudo isto e tambem aquelas manhãs de sábado - obrigavam-me a estar presente por pura exibição machista - em que, sentada em frente à secretária do homem, tinha que  me aperceber - mais do que ver - do seu meticuloso e demorado passatempo: SCRATCH FUNGUS FROM PRIVATE PARTS.
Obrigada pelas memórias e também pelas gargalhadas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para se entrar passava-se por uma portinhola  lateral onde nos identificávamos ao porteiro ou em alternativa, e em tempos de alguma perturbação, aos &#8220;piolhos verdes&#8221; como em segredo eram apelidados os enfileirados na Legião Portuguesa (para quem não se lembra, e serão muitos, era uma organização politica, para-militar do Estado Novo). Todos os operários que por lá labutavam só eram admitidos desde que aceitassem engrossar as suas fileiras e todos os outros, onde me incluia, menina de 18 anos, assinavam uma declaração de obediência as suas ordens em caso de crise. Era assim que, em caso de acidente dentro das instalações &#8211; e acidente ali podia significar ir tudo pelos ares &#8211; , todos os portões eram fechados e nós convertidos em voluntários à força. Passei por um desses momentos de puro terror. A sirene nesse dia não parou ao fim de alguns minutos, sinal de simulação de acidente, e em breve se viam as chamas lambendo a Torre.<br />
Foi tudo isto e tambem aquelas manhãs de sábado &#8211; obrigavam-me a estar presente por pura exibição machista &#8211; em que, sentada em frente à secretária do homem, tinha que  me aperceber &#8211; mais do que ver &#8211; do seu meticuloso e demorado passatempo: SCRATCH FUNGUS FROM PRIVATE PARTS.<br />
Obrigada pelas memórias e também pelas gargalhadas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on A Memória. by A Diáspora Política de um Português &#187; Blog Archives &#187; Passagens</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=20&#038;cpage=1#comment-55</link>
		<dc:creator>A Diáspora Política de um Português &#187; Blog Archives &#187; Passagens</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 18:40:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=20#comment-55</guid>
		<description>[...] de passagem, uma vez mais à Barra do Tejo ou Mais Além, onde estou sempre e onde estou em Verdade.   Posted in Aqui &#124; Trackback &#124; del.icio.us &#124; Top Of [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de passagem, uma vez mais à Barra do Tejo ou Mais Além, onde estou sempre e onde estou em Verdade.   Posted in Aqui | Trackback | del.icio.us | Top Of [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Para acabar de vez com a consciência. by Luís Miguel Sequeira</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=77&#038;cpage=1#comment-53</link>
		<dc:creator>Luís Miguel Sequeira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Feb 2007 18:32:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=77#comment-53</guid>
		<description>Muito bem, João Filipe — só posso é concordar, tal como escrevi &lt;a HREF=&quot;http://arundel.wordpress.com/2007/02/05/moralizar-via-referendo/&quot; REL=&quot;nofollow&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem, João Filipe — só posso é concordar, tal como escrevi <a HREF="http://arundel.wordpress.com/2007/02/05/moralizar-via-referendo/" REL="nofollow">aqui</a> <img src='http://www.diasporapolitica.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on God Save the Kings by Anonymous</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=76&#038;cpage=1#comment-52</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2007 14:09:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=76#comment-52</guid>
		<description>Fiquei pensando nas varias vezes em que li definições de dicionários aqui no seu blog e fui buscar no dicionário a definição para “consumismo”, a primeira palavra que me veio à cabeça quando li seu post &lt;br/&gt;“1. ato, efeito, fato ou prática de consumir (comprar em demasia) (a recessão refreou o consumismo) 2. Consumo ilimitado de bens duráveis, esp. artigos supérfluos (a sociedade de consumo caracteriza-se por um consumismo delirante) 3. ECON doutrina de que um consumo crescente e ininterrupto é vantajoso para a economia (é difícil conciliar consumismo e ecologia)”. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E me chamou à atenção a palavra delirante. O delírio provocado pelos apelos da sociedade de consumo no consumidor burguês, impulsionado pela importância que é dada à aparência (numa época em que andei atormentada por trabalhar para alimentar essa sociedade, andei lendo &quot;Crítica da Estética da Mercadoria&quot;, de Haug, que comenta esse desespero de &quot;ser o que não é&quot;). Acho que desde que a burguesia surgiu no mundo, ela se viu impelida a imitar a aristocracia e agora no século passado e neste, a classe média também segue querendo imitar a classe alta, compulsivamente, numa tentativa de solucionar suas frustrações sócio-psicológicas. E fica nesse consumo nojento em todos os sentidos, principalmente nesta época, em que o “espírito de natal” parece liberar tudo sem culpas, em nome da solidariedade e  da confraternização. E é dada a largada ao consumo de produtos recheados de “ideologias” e cobertos por retóricas cada vez mais persuasivas suscitando o desejo por necessidades supérfluas como se fossem imprescindíveis à sobrevivência humana. O reino dos contos de fada liberado nesses poucos dias, o sonho da felicidade, do poder, etc&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Depois de delírio, pensei em frénésie, e me veio à cabeça o filme Frenzy do Hitchcock. Não sei se você já viu o filme, que é um paralelo disso que você tratou aqui. Na realidade é uma antologia da comida, mostrando a sua chegada à cidade, sua distribuição, a população indo às compras (hortaliças, flores, frutas, legumes, cereais e batatas, no mercado de Covent Garden), sua maneira de cozinhá-la, etc.  E depois numa seqüência,  o filme mostra os esgotos, e os detritos a se desfazerem no rio (claro que com cadáveres boiando no Tamisa). Um ciclo que começa com alimentos frescos e apetitosos e acaba com a sujeirada que vai parar nos esgotos. E a narrativa mantendo essa temática todo o tempo, abusando das expressões francesas para a paixão e para a culinária, numa brincadeira de humor com uma soupe de poisson e um crime de passion. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E depois, falando em filmes, não pude deixar de pensar em La Grande Bouffe. Comida,sexo, morte num fim de semana marcado por excessos de mexer com os sentidos. Ferreri foi refinado, criou uma fachada elegante para ser mais contundente na demonstração da decadência de seus burgueses. Mas a orgia gastronômica, ou seja lá mais do que for leva-nos a pensar na inversão da regra básica do alimento como gerador da sobrevivência, já que é ele que os levaria à desejada morte. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sei que tudo isso me faz pensar acima de tudo num grande clima de melancolia que vai de encontro ao clima de solidariedade e sei mais lá o que, que deveria imperar nessa época natalina, pelos preceitos religiosos. E já começo a pensar por outro angulo. O da religiosidade. Não é ela que prega comedimento nessa época? E quem não segue uma religião? Já vou longe nisso..risos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Paro por aqui (mas ainda vou falar que quando me lembrei da cena em que os 4 homens do filme La Grande Bouffe ficam vendo slides de mulheres nuas, pensei que é similar à cena comum de gente jogada à frente da TV ou diante do computador vendo pornografia por horas a fio com o prato jogado ao lado, cheio de detritos de comida pútrida e fétida e cigarros apagados em copos com restos de bebida escurecida pela nicotina). &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E vou dizer o que já deveria ter dito antes: Gostei do seu post.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fiquei pensando nas varias vezes em que li definições de dicionários aqui no seu blog e fui buscar no dicionário a definição para “consumismo”, a primeira palavra que me veio à cabeça quando li seu post <br />“1. ato, efeito, fato ou prática de consumir (comprar em demasia) (a recessão refreou o consumismo) 2. Consumo ilimitado de bens duráveis, esp. artigos supérfluos (a sociedade de consumo caracteriza-se por um consumismo delirante) 3. ECON doutrina de que um consumo crescente e ininterrupto é vantajoso para a economia (é difícil conciliar consumismo e ecologia)”. </p>
<p>E me chamou à atenção a palavra delirante. O delírio provocado pelos apelos da sociedade de consumo no consumidor burguês, impulsionado pela importância que é dada à aparência (numa época em que andei atormentada por trabalhar para alimentar essa sociedade, andei lendo &#8220;Crítica da Estética da Mercadoria&#8221;, de Haug, que comenta esse desespero de &#8220;ser o que não é&#8221;). Acho que desde que a burguesia surgiu no mundo, ela se viu impelida a imitar a aristocracia e agora no século passado e neste, a classe média também segue querendo imitar a classe alta, compulsivamente, numa tentativa de solucionar suas frustrações sócio-psicológicas. E fica nesse consumo nojento em todos os sentidos, principalmente nesta época, em que o “espírito de natal” parece liberar tudo sem culpas, em nome da solidariedade e  da confraternização. E é dada a largada ao consumo de produtos recheados de “ideologias” e cobertos por retóricas cada vez mais persuasivas suscitando o desejo por necessidades supérfluas como se fossem imprescindíveis à sobrevivência humana. O reino dos contos de fada liberado nesses poucos dias, o sonho da felicidade, do poder, etc</p>
<p>Depois de delírio, pensei em frénésie, e me veio à cabeça o filme Frenzy do Hitchcock. Não sei se você já viu o filme, que é um paralelo disso que você tratou aqui. Na realidade é uma antologia da comida, mostrando a sua chegada à cidade, sua distribuição, a população indo às compras (hortaliças, flores, frutas, legumes, cereais e batatas, no mercado de Covent Garden), sua maneira de cozinhá-la, etc.  E depois numa seqüência,  o filme mostra os esgotos, e os detritos a se desfazerem no rio (claro que com cadáveres boiando no Tamisa). Um ciclo que começa com alimentos frescos e apetitosos e acaba com a sujeirada que vai parar nos esgotos. E a narrativa mantendo essa temática todo o tempo, abusando das expressões francesas para a paixão e para a culinária, numa brincadeira de humor com uma soupe de poisson e um crime de passion. </p>
<p>E depois, falando em filmes, não pude deixar de pensar em La Grande Bouffe. Comida,sexo, morte num fim de semana marcado por excessos de mexer com os sentidos. Ferreri foi refinado, criou uma fachada elegante para ser mais contundente na demonstração da decadência de seus burgueses. Mas a orgia gastronômica, ou seja lá mais do que for leva-nos a pensar na inversão da regra básica do alimento como gerador da sobrevivência, já que é ele que os levaria à desejada morte. </p>
<p>Sei que tudo isso me faz pensar acima de tudo num grande clima de melancolia que vai de encontro ao clima de solidariedade e sei mais lá o que, que deveria imperar nessa época natalina, pelos preceitos religiosos. E já começo a pensar por outro angulo. O da religiosidade. Não é ela que prega comedimento nessa época? E quem não segue uma religião? Já vou longe nisso..risos.</p>
<p>Paro por aqui (mas ainda vou falar que quando me lembrei da cena em que os 4 homens do filme La Grande Bouffe ficam vendo slides de mulheres nuas, pensei que é similar à cena comum de gente jogada à frente da TV ou diante do computador vendo pornografia por horas a fio com o prato jogado ao lado, cheio de detritos de comida pútrida e fétida e cigarros apagados em copos com restos de bebida escurecida pela nicotina). </p>
<p>E vou dizer o que já deveria ter dito antes: Gostei do seu post.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Do Androids Dream of Electric Sheep? by Anonymous</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=72&#038;cpage=1#comment-51</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2006 16:17:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=72#comment-51</guid>
		<description>Vale como hino ao sonho (assim como vale para teu post anterior, sobre objetivos): http://www.youtube.com/watch?v=sdUUx5FdySs&amp;NR</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vale como hino ao sonho (assim como vale para teu post anterior, sobre objetivos): <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sdUUx5FdySs&#038;NR" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=sdUUx5FdySs&#038;NR</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on A Fuga de Deus by «O Primo»</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=64&#038;cpage=1#comment-50</link>
		<dc:creator>«O Primo»</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2006 16:16:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=64#comment-50</guid>
		<description>A ideia até que é engrçada mas técnicamente incorrecta. O Diabo, é mais um engenheiro louco que procura constantemente criar fugas em vez de as consertar.  E Deus como arquitecto propõe-nos uma estética onde nós escolhemos a forma.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se tivesse que usar uma metáfora, diria que  Deus é o Ardina dos jornais e o Diabo, vendedor de cassetes piratas. O primeiro à viva-voz, o segundo à surdina...:-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia até que é engrçada mas técnicamente incorrecta. O Diabo, é mais um engenheiro louco que procura constantemente criar fugas em vez de as consertar.  E Deus como arquitecto propõe-nos uma estética onde nós escolhemos a forma.</p>
<p>Se tivesse que usar uma metáfora, diria que  Deus é o Ardina dos jornais e o Diabo, vendedor de cassetes piratas. O primeiro à viva-voz, o segundo à surdina&#8230;:-)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Im-puta-ção by Anonymous</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=63&#038;cpage=1#comment-49</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2006 21:15:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=63#comment-49</guid>
		<description>Em primeiro lugar, boa a sua volta!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Varias idéias me vieram à cabeça ao ler seu post, e me deu vontade de falar de algumas delas aqui, sem pretender discuti-lo, ou completa-lo, note bem!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Primeiro pensei no modelo vigente de masculinidade, mantido pelo homem porque lhe proporciona poder, autonomia, força, e que ao mesmo tempo o massacra com sua “racionalidade” provocando a repressão das emoções. Muitos homens parecem ter o “coração de pedra” por terem justamente assumido esse modelo social que os atrofia emocionalmente e lhes ensina desde pequenos a não exteriorizar sua dor ou sentimentos em nome de uma suposta força. &lt;br/&gt;Sabemos todos desse perfil estereotipado que apresenta os homens como ativos, fortes, capazes do trabalho físico árduo, produtivos, competitivos e sempre prontos para combater em guerras e penetrar o corpo de uma mulher. Com esses papéis pré-determinados, só lhes resta desprenderem-se de uma “qualidade” identificada como estritamente feminina: a expressão da sensibilidade (devo dizer que há uma licença poética dada aos poetas, escritores e artistas; esses não são levados muito a sério num mundo em que os homens lutam para ver quem é o mais forte e audaz, o mais hábil e valente, o mais capaz de desafiar as normas estabelecidas, e são usados convenientemente como válvula de escape para exteriorizar sentimentos e emoções, aceitos nessas condições pela sociedade). &lt;br/&gt;Ainda que não a pratiquem em sua totalidade, a maioria dos homens é cúmplice em sustentar esse modelo de masculinidade, que acaba por desenvolver uma atitude antagônica em relação às mulheres, quase que uma cultura anti-mulher, na qual se tem em baixa consideração tudo que é relacionado com o feminino. E assim, afiança-se a masculinidade tal como a sociedade a prescreve: homens não choram, homens não se rendem, morrem sorrindo, firmes, desafiando e amaldiçoando seus algozes. Pena.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E ainda queria falar sobre razão e paixão. A paixão é tida quase como uma obra do demônio. Muitos fogem dela como o diabo foge da cruz, pois sua maior característica é o descontrole das emoções. Uma das características mais propaladas da paixão é a vontade de jogar tudo para o alto, sem pensar nas conseqüências; mudar de vida eliminando tudo o que não parece satisfatório (aí dos envolvidos...); deixar de lado aspectos da vida profissional; por vezes “destruir” famílias constituídas para num rompante egoísta querer só para si o objeto da paixão, chegando mesmo a cometer homicídios passionais. E o pior! Expor os sentimentos mais profundos de maneira desordenada, em rompantes de paixão. &lt;br/&gt;É aqui que entra a razão, numa tentativa de domar a paixão, de não deixar que se transforme num gozo destruidor (acho que vêm daí os termos “perdidamente apaixonado” ou “cego de paixão”). Usa-se da razão para tentar clarear a visão, para ordenar, disciplinar e definir a direção da paixão. &lt;br/&gt;E encontrar a medida exata entre paixão e razão é a questão maior! Se a razão reprime a paixão, triunfa a rigidez, a tirania da ordem, e o resultado acaba sendo uma relação contida demais, sem espaço para certa transgressão (mesmo aquela dentro de padrões considerados normais pela sociedade), e onde não cabem declarações de sentimentos, nem mesmo as mais contidas. Se a paixão dispensa a razão, vigora o delírio das pulsações, o afã hedonista do puro prazer, e as manifestações teatralizadas de afetos e sentimentos. O sentimentalismo domina. E ele está estreitamente ligado ao espetáculo, à carga forte e passageira da cena que emociona mas que tem vida curta. Uma descarga que possibilita o retorno à vida comum com certa sensação de bonança depois da tempestade. &lt;br/&gt;O equilíbrio da paixão pela razão é que possibilita o surgimento da ternura. Ela é o cuidado com o outro, o gesto amoroso que protege; a palavra que expressa os sentimentos na justa medida, sem receio de dizer as famosas frases que resultam em reforço de egos ou a invenção de apelidos ou de linguajar particular, ou ainda os pactos de cumplicidade e as mais variadas formas de expressão dos sentimentos por palavras e gestos. Tudo flui sem constrangimentos e sem pensar ou não em futuros compromissos. Creio que essa é a altura em que se vive um relacionamento de entrega por pura vontade de fazê-lo, não pensando na permanência ou não da relação, e se as possíveis juras feitas poderão ser ou não eternas ou comprometedoras. Vinicius de Moraes tem uma frase interessante para esse momento: Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure. Gostaria ainda de dizer que acho que esse equilíbrio não significa de maneira nenhuma temperatura morna. É entrega incondicional, o entregar-se de consciência e corpo. Não uma entrega temporária como empréstimo, para avaliação, mas entrega sem condição, para processos e reprocessos (com correspondência ou não). Entrega plenificadora, que move, amadurece, torna seres humanos mais completos. É o que possibilita o fim do círculo vicioso do cênico e do simulacro. Sem medo da dor ou de correr riscos. Sem “limites de segurança”.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em primeiro lugar, boa a sua volta!</p>
<p>Varias idéias me vieram à cabeça ao ler seu post, e me deu vontade de falar de algumas delas aqui, sem pretender discuti-lo, ou completa-lo, note bem!</p>
<p>Primeiro pensei no modelo vigente de masculinidade, mantido pelo homem porque lhe proporciona poder, autonomia, força, e que ao mesmo tempo o massacra com sua “racionalidade” provocando a repressão das emoções. Muitos homens parecem ter o “coração de pedra” por terem justamente assumido esse modelo social que os atrofia emocionalmente e lhes ensina desde pequenos a não exteriorizar sua dor ou sentimentos em nome de uma suposta força. <br />Sabemos todos desse perfil estereotipado que apresenta os homens como ativos, fortes, capazes do trabalho físico árduo, produtivos, competitivos e sempre prontos para combater em guerras e penetrar o corpo de uma mulher. Com esses papéis pré-determinados, só lhes resta desprenderem-se de uma “qualidade” identificada como estritamente feminina: a expressão da sensibilidade (devo dizer que há uma licença poética dada aos poetas, escritores e artistas; esses não são levados muito a sério num mundo em que os homens lutam para ver quem é o mais forte e audaz, o mais hábil e valente, o mais capaz de desafiar as normas estabelecidas, e são usados convenientemente como válvula de escape para exteriorizar sentimentos e emoções, aceitos nessas condições pela sociedade). <br />Ainda que não a pratiquem em sua totalidade, a maioria dos homens é cúmplice em sustentar esse modelo de masculinidade, que acaba por desenvolver uma atitude antagônica em relação às mulheres, quase que uma cultura anti-mulher, na qual se tem em baixa consideração tudo que é relacionado com o feminino. E assim, afiança-se a masculinidade tal como a sociedade a prescreve: homens não choram, homens não se rendem, morrem sorrindo, firmes, desafiando e amaldiçoando seus algozes. Pena.</p>
<p>E ainda queria falar sobre razão e paixão. A paixão é tida quase como uma obra do demônio. Muitos fogem dela como o diabo foge da cruz, pois sua maior característica é o descontrole das emoções. Uma das características mais propaladas da paixão é a vontade de jogar tudo para o alto, sem pensar nas conseqüências; mudar de vida eliminando tudo o que não parece satisfatório (aí dos envolvidos&#8230;); deixar de lado aspectos da vida profissional; por vezes “destruir” famílias constituídas para num rompante egoísta querer só para si o objeto da paixão, chegando mesmo a cometer homicídios passionais. E o pior! Expor os sentimentos mais profundos de maneira desordenada, em rompantes de paixão. <br />É aqui que entra a razão, numa tentativa de domar a paixão, de não deixar que se transforme num gozo destruidor (acho que vêm daí os termos “perdidamente apaixonado” ou “cego de paixão”). Usa-se da razão para tentar clarear a visão, para ordenar, disciplinar e definir a direção da paixão. <br />E encontrar a medida exata entre paixão e razão é a questão maior! Se a razão reprime a paixão, triunfa a rigidez, a tirania da ordem, e o resultado acaba sendo uma relação contida demais, sem espaço para certa transgressão (mesmo aquela dentro de padrões considerados normais pela sociedade), e onde não cabem declarações de sentimentos, nem mesmo as mais contidas. Se a paixão dispensa a razão, vigora o delírio das pulsações, o afã hedonista do puro prazer, e as manifestações teatralizadas de afetos e sentimentos. O sentimentalismo domina. E ele está estreitamente ligado ao espetáculo, à carga forte e passageira da cena que emociona mas que tem vida curta. Uma descarga que possibilita o retorno à vida comum com certa sensação de bonança depois da tempestade. <br />O equilíbrio da paixão pela razão é que possibilita o surgimento da ternura. Ela é o cuidado com o outro, o gesto amoroso que protege; a palavra que expressa os sentimentos na justa medida, sem receio de dizer as famosas frases que resultam em reforço de egos ou a invenção de apelidos ou de linguajar particular, ou ainda os pactos de cumplicidade e as mais variadas formas de expressão dos sentimentos por palavras e gestos. Tudo flui sem constrangimentos e sem pensar ou não em futuros compromissos. Creio que essa é a altura em que se vive um relacionamento de entrega por pura vontade de fazê-lo, não pensando na permanência ou não da relação, e se as possíveis juras feitas poderão ser ou não eternas ou comprometedoras. Vinicius de Moraes tem uma frase interessante para esse momento: Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure. Gostaria ainda de dizer que acho que esse equilíbrio não significa de maneira nenhuma temperatura morna. É entrega incondicional, o entregar-se de consciência e corpo. Não uma entrega temporária como empréstimo, para avaliação, mas entrega sem condição, para processos e reprocessos (com correspondência ou não). Entrega plenificadora, que move, amadurece, torna seres humanos mais completos. É o que possibilita o fim do círculo vicioso do cênico e do simulacro. Sem medo da dor ou de correr riscos. Sem “limites de segurança”.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on O Teorema da Figueira by José da Silva Maurício</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=61&#038;cpage=1#comment-48</link>
		<dc:creator>José da Silva Maurício</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2006 19:19:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=61#comment-48</guid>
		<description>.&lt;br/&gt;POEMA:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Oh Mar oh Mar.&lt;br/&gt;Porque é que os Portugueses&lt;br/&gt;Não aproveitam a ENERGIA INFINITA DAS TUAS ONDAS?&lt;br/&gt;Resposta do Mar: Eles têm medo de mim e preferem comprar energia a Espanha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fim do Poema.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E agora,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Olá Bloguer. Não há para aí uns artigos sobre ENERGIA SOLAR ?!?!?!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;CONCURSO SOLAR PADRE HIMALAIA - Edição 2006: Divulgação das ENERGIAS RENOVÁVEIS. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em http://www.cienciaviva.pt/rede/energia/himalaya2006/home/&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ou em http://www.cienciaviva.pt/home/ / Concurso Solar Padre Himalaya / Uma iniciativa da SPES para a divulgação das energias renováveis, com o apoio da Ciência Viva.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;CURIOSIDADE: Uma Cidade Renovável. Ver http://www.energiasrenovaveis.com/html/canais/cr/cr.htm&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;PROPOSTA DE MELHORIA: &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As praias da costa Portuguesa estão a ser “comidas” pelo mar. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Construam DIQUES PROTECTORES que sejam PLATAFORMAS GERADORAS de ENERGIA DAS ONDAS.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Braga, 19.4.2006&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;mauricio_102@sapo.pt</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>.<br />POEMA:</p>
<p>Oh Mar oh Mar.<br />Porque é que os Portugueses<br />Não aproveitam a ENERGIA INFINITA DAS TUAS ONDAS?<br />Resposta do Mar: Eles têm medo de mim e preferem comprar energia a Espanha.</p>
<p>Fim do Poema.</p>
<p>E agora,</p>
<p>Olá Bloguer. Não há para aí uns artigos sobre ENERGIA SOLAR ?!?!?!</p>
<p>CONCURSO SOLAR PADRE HIMALAIA &#8211; Edição 2006: Divulgação das ENERGIAS RENOVÁVEIS. </p>
<p>Em <a href="http://www.cienciaviva.pt/rede/energia/himalaya2006/home/" rel="nofollow">http://www.cienciaviva.pt/rede/energia/himalaya2006/home/</a></p>
<p>Ou em <a href="http://www.cienciaviva.pt/home/" rel="nofollow">http://www.cienciaviva.pt/home/</a> / Concurso Solar Padre Himalaya / Uma iniciativa da SPES para a divulgação das energias renováveis, com o apoio da Ciência Viva.</p>
<p>CURIOSIDADE: Uma Cidade Renovável. Ver <a href="http://www.energiasrenovaveis.com/html/canais/cr/cr.htm" rel="nofollow">http://www.energiasrenovaveis.com/html/canais/cr/cr.htm</a></p>
<p>PROPOSTA DE MELHORIA: </p>
<p>As praias da costa Portuguesa estão a ser “comidas” pelo mar. </p>
<p>Construam DIQUES PROTECTORES que sejam PLATAFORMAS GERADORAS de ENERGIA DAS ONDAS.</p>
<p>Braga, 19.4.2006</p>
<p><a href="mailto:mauricio_102@sapo.pt">mauricio_102@sapo.pt</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on O Teorema da Figueira by 5pjid01zjg</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=61&#038;cpage=1#comment-47</link>
		<dc:creator>5pjid01zjg</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2006 19:27:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=61#comment-47</guid>
		<description>Get  any Desired College Degree, In less then 2 weeks.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Call this number now 24 hours a day 7 days a week (413) 208-3069&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Get these Degrees NOW!!!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&quot;BA&quot;, &quot;BSc&quot;, &quot;MA&quot;, &quot;MSc&quot;, &quot;MBA&quot;, &quot;PHD&quot;, &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Get everything within 2 weeks.&lt;br/&gt;100% verifiable, this is a real deal&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Act now you owe it to your future.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(413) 208-3069 call now 24 hours a day, 7 days a week.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Get  any Desired College Degree, In less then 2 weeks.</p>
<p>Call this number now 24 hours a day 7 days a week (413) 208-3069</p>
<p>Get these Degrees NOW!!!</p>
<p>&#8220;BA&#8221;, &#8220;BSc&#8221;, &#8220;MA&#8221;, &#8220;MSc&#8221;, &#8220;MBA&#8221;, &#8220;PHD&#8221;, </p>
<p>Get everything within 2 weeks.<br />100% verifiable, this is a real deal</p>
<p>Act now you owe it to your future.</p>
<p>(413) 208-3069 call now 24 hours a day, 7 days a week.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Aparências by Kate</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=15&#038;cpage=1#comment-8</link>
		<dc:creator>Kate</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Apr 2006 08:43:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=15#comment-8</guid>
		<description>I enjoyed reading your blog. I�ve been browsing the net for something related to illinois swingers and found this site - http://top-personals.net. It�s a guide to Photo Personals and &lt;a HREF=&quot;http://top-personals.net&quot; REL=&quot;nofollow&quot;&gt;illinois swingers&lt;/a&gt;. &lt;a HREF=&quot;http://photopersonals.blogspot.com&quot; REL=&quot;nofollow&quot;/&gt;&lt;a HREF=&quot;http://adult-singles.eu&quot; REL=&quot;nofollow&quot;&gt;Adult Singles&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>I enjoyed reading your blog. I�ve been browsing the net for something related to illinois swingers and found this site &#8211; <a href="http://top-personals.net" rel="nofollow">http://top-personals.net</a>. It�s a guide to Photo Personals and <a HREF="http://top-personals.net" REL="nofollow">illinois swingers</a>. <a HREF="http://photopersonals.blogspot.com" REL="nofollow"/><a HREF="http://adult-singles.eu" REL="nofollow">Adult Singles</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on O Teorema da Figueira by saragreene9868</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=61&#038;cpage=1#comment-46</link>
		<dc:creator>saragreene9868</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2006 16:59:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=61#comment-46</guid>
		<description>I read over your blog, and i found it inquisitive, you may find &lt;a HREF=&quot;http://pennystockinvestment.blogspot.com&quot; REL=&quot;nofollow&quot;&gt; My Blog &lt;/a&gt; interesting. So please &lt;a HREF=&quot;http://pennystockinvestment.blogspot.com&quot; REL=&quot;nofollow&quot;&gt;Click Here To Read My Blog&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a HREF=&quot;http://pennystockinvestment.blogspot.com&quot; REL=&quot;nofollow&quot;&gt;http://pennystockinvestment.blogspot.com&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>I read over your blog, and i found it inquisitive, you may find <a HREF="http://pennystockinvestment.blogspot.com" REL="nofollow"> My Blog </a> interesting. So please <a HREF="http://pennystockinvestment.blogspot.com" REL="nofollow">Click Here To Read My Blog</a></p>
<p><a HREF="http://pennystockinvestment.blogspot.com" REL="nofollow">http://pennystockinvestment.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on O Teorema da Figueira by mandyjohn0725</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=61&#038;cpage=1#comment-45</link>
		<dc:creator>mandyjohn0725</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2006 05:56:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=61#comment-45</guid>
		<description>I read over your blog, and i found it inquisitive, you may find &lt;a HREF=&quot;http://juicyfruiter.blogspot.com&quot; REL=&quot;nofollow&quot;&gt; My Blog &lt;/a&gt; interesting. My blog is just about my day to day life, as a park ranger. So please &lt;a HREF=&quot;http://juicyfruiter.blogspot.com&quot; REL=&quot;nofollow&quot;&gt;Click Here To Read My Blog&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>I read over your blog, and i found it inquisitive, you may find <a HREF="http://juicyfruiter.blogspot.com" REL="nofollow"> My Blog </a> interesting. My blog is just about my day to day life, as a park ranger. So please <a HREF="http://juicyfruiter.blogspot.com" REL="nofollow">Click Here To Read My Blog</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Elas by Anonymous</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=56&#038;cpage=1#comment-44</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Apr 2005 14:04:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=56#comment-44</guid>
		<description>2É como se o corpo possuisse o segredo de quem somos e seremos. &quot;Quero saber-te mais...&lt;br/&gt;Lempicka.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>2É como se o corpo possuisse o segredo de quem somos e seremos. &#8220;Quero saber-te mais&#8230;<br />Lempicka.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Vassouradas &amp; Outras Ideias by Alirka</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=54&#038;cpage=1#comment-39</link>
		<dc:creator>Alirka</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2005 19:41:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=54#comment-39</guid>
		<description>lápis azul?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>lápis azul?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Elas by joao.filipe</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=56&#038;cpage=1#comment-43</link>
		<dc:creator>joao.filipe</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2005 14:05:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=56#comment-43</guid>
		<description>Cara Lempicka,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Antes de mais, agradeço-lhe a sua participação sentida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na minha visão, o &quot;post&quot; transpira ironia pelos poros, mas pode ser falha minha de comunicação, ou poderei estar a tentar enganar-me a mim próprio.&lt;br/&gt;Considero as duas hipóteses válidas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por outro lado, pessoalmente, penso que a vida tem um constante sarar, pois penso sempre não estar a ser &quot;suficientemente bom&quot; para comigo próprio, de modo que uma frustração assim dirigida a uma qualquer &quot;pobrezita &amp; desprotegida&quot; é tão pouco como nada. Ou então a &quot;pobrezita &amp; desprotegida&quot; merece de facto ser o alvo de toda a minha ira, e mais uma vez, engano-me a mim próprio.&lt;br/&gt;Considero as duas hipóteses válidas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O partido que determinada pessoa tira de um &quot;comportamento&quot; há &quot;séculos inerente&quot; ao meu género, para mim tem de tão pouco ousado, como de retrógrado, reaccionário e de tacanhez. Ou então digo isto só para me armar em progressista de corrida, porque o que desejo no fundo dos fundos é uma &quot;pobrezita &amp; desprotegida&quot; assim, que me dê filhos, cosa as minhas meias, passe a ferro e cumpra todas as lidas da casa, e que eventualmente nas horas difíceis se disponha carinhosamente a levar uns tabefes... e os aguente! Pois tira-se partido de um lado, o outro também tira partido...!&lt;br/&gt;Com o seu âmbito, tenho que considerar as duas hipóteses válidas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quanto a vítima, cara senhora &lt;a HREF=&quot;http://www.paloma.ca/lempicka.html&quot; REL=&quot;nofollow&quot;&gt;Tâmara de Lempicka&lt;/a&gt;, não sou eu qualquer putéfia - tanto faz aristocrata ou carroceira - ao ponto de culpar sempre outros e de os obrigar a responsabilizarem-se por mim e pelos meus actos.&lt;br/&gt;Sou fundamentalmente vítima de mim próprio, neste espaço que é meu.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Portanto, seja bem vinda...&lt;br/&gt;Obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Lempicka,</p>
<p>Antes de mais, agradeço-lhe a sua participação sentida.</p>
<p>Na minha visão, o &#8220;post&#8221; transpira ironia pelos poros, mas pode ser falha minha de comunicação, ou poderei estar a tentar enganar-me a mim próprio.<br />Considero as duas hipóteses válidas.</p>
<p>Por outro lado, pessoalmente, penso que a vida tem um constante sarar, pois penso sempre não estar a ser &#8220;suficientemente bom&#8221; para comigo próprio, de modo que uma frustração assim dirigida a uma qualquer &#8220;pobrezita &#038; desprotegida&#8221; é tão pouco como nada. Ou então a &#8220;pobrezita &#038; desprotegida&#8221; merece de facto ser o alvo de toda a minha ira, e mais uma vez, engano-me a mim próprio.<br />Considero as duas hipóteses válidas.</p>
<p>O partido que determinada pessoa tira de um &#8220;comportamento&#8221; há &#8220;séculos inerente&#8221; ao meu género, para mim tem de tão pouco ousado, como de retrógrado, reaccionário e de tacanhez. Ou então digo isto só para me armar em progressista de corrida, porque o que desejo no fundo dos fundos é uma &#8220;pobrezita &#038; desprotegida&#8221; assim, que me dê filhos, cosa as minhas meias, passe a ferro e cumpra todas as lidas da casa, e que eventualmente nas horas difíceis se disponha carinhosamente a levar uns tabefes&#8230; e os aguente! Pois tira-se partido de um lado, o outro também tira partido&#8230;!<br />Com o seu âmbito, tenho que considerar as duas hipóteses válidas.</p>
<p>Quanto a vítima, cara senhora <a HREF="http://www.paloma.ca/lempicka.html" REL="nofollow">Tâmara de Lempicka</a>, não sou eu qualquer putéfia &#8211; tanto faz aristocrata ou carroceira &#8211; ao ponto de culpar sempre outros e de os obrigar a responsabilizarem-se por mim e pelos meus actos.<br />Sou fundamentalmente vítima de mim próprio, neste espaço que é meu.</p>
<p>Portanto, seja bem vinda&#8230;<br />Obrigado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Elas by Anonymous</title>
		<link>http://www.diasporapolitica.net/?p=56&#038;cpage=1#comment-42</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2005 11:37:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diasporapolitica.net/?p=56#comment-42</guid>
		<description>A frustração é evidente... Parece-me que não ultrapassou o episódio. Se o tivesse feito o post transpareceria ironia e não &quot;ressabiamento&quot; ( nada sei quanto à institucionalização da palavra!). O papel de vítima não lhe assenta nada bem. O que custa mais a sarar a sensação de que  não somos suficientemente bons para determinada pessoa ou a ousadia daquela mulher em querer tirar partido de um comportamento à seculos inerente aos Homens?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Lempicka...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A frustração é evidente&#8230; Parece-me que não ultrapassou o episódio. Se o tivesse feito o post transpareceria ironia e não &#8220;ressabiamento&#8221; ( nada sei quanto à institucionalização da palavra!). O papel de vítima não lhe assenta nada bem. O que custa mais a sarar a sensação de que  não somos suficientemente bons para determinada pessoa ou a ousadia daquela mulher em querer tirar partido de um comportamento à seculos inerente aos Homens?</p>
<p>Lempicka&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
